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Conrado Antonio Vasselai

CRM - 144.934

RQE - 60184

Bacharel em Odontologia em 2004. Médico formado pela Universidade de Ribeirão Preto em 2010. Cirurgião Geral pelo CBC - TCBC. Cirurgião do Aparelho Digestivo pela AMB / CBCD. Cirurgião Torácico formado na Santa Casa de São Paulo. Arquivo anexado: https://vpauhrwrgajpuwjemcat.supabase.co/storage/v1/object/public/form-uploads/curriculo/Curriculo-Lattes_1755194575399_8906m6.pdf

Tratamentos

Cirurgia do Aparelho Digestivo
A cirurgia do aparelho digestivo é um ramo da Medicina que estuda, sob o ponto de vista cirúrgico, as doenças que são oriundas dos órgãos responsáveis pela digestão dos alimentos.
Cirurgia Torácica
A Cirurgia Torácica é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças que afetam órgãos do tórax — como pulmões, pleura, mediastino e parede torácica. Pode ser indicada em casos de traumas (acidentes, perfurações, hemorragias), infecções pulmonares graves, nódulos ou tumores. Os procedimentos podem variar desde cirurgias minimamente invasivas até intervenções de maior complexidade, sempre com foco em preservar a função respiratória, aliviar sintomas e garantir a recuperação do paciente com segurança.
Simpatectomia Videolaparoscópica para Tratamento da Hiperidrose (suor excessivo)
A simpatectomia videolaparoscópica é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo indicado para o tratamento da hiperidrose, condição caracterizada pela sudorese excessiva em regiões como as mãos, axilas, rosto e pés. A cirurgia é realizada por videolaparoscopia — técnica que utiliza pequenas incisões e uma câmera de alta definição — permitindo visualizar e tratar diretamente os nervos simpáticos responsáveis pelo estímulo exagerado das glândulas sudoríparas. Trata-se de um procedimento seguro, eficaz e definitivo, indicado para pacientes que não obtiveram melhora com tratamentos clínicos. A recuperação costuma ser rápida, com retorno precoce às atividades habituais e melhora significativa na qualidade de vida.
Câncer no Pulmão
O câncer de pulmão é uma das neoplasias mais comuns e potencialmente graves, exigindo diagnóstico precoce e tratamento especializado. Ele pode se manifestar por sintomas como tosse persistente, falta de ar, dor torácica, perda de peso e, em alguns casos, sem sintomas aparentes, sendo identificado em exames de rotina. A avaliação é feita por meio de exames de imagem (como tomografia computadorizada e PET-CT) e biópsia, que permitem definir o tipo de tumor e o estágio da doença. Com essas informações, o cirurgião torácico elabora o plano terapêutico individualizado, que pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e, em alguns casos, imunoterapia ou terapia alvo. Quando indicada, a cirurgia torácica é realizada preferencialmente por técnicas minimamente invasivas, como videotoracoscopia ou cirurgia robótica, que proporcionam menor dor pós-operatória, melhor recuperação e resultados oncológicos equivalentes às técnicas abertas. O tratamento é conduzido de forma multidisciplinar, priorizando o controle da doença, preservação da função pulmonar e melhoria da qualidade de vida do paciente.
Câncer de Mediastino
O câncer de mediastino compreende os tumores que se desenvolvem na região central do tórax, localizada entre os pulmões, onde se encontram estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. Esses tumores podem ser benignos ou malignos, e sua origem varia conforme o tipo de tecido afetado — como tímico, linfático, germinativo ou neurogênico. Os sintomas mais comuns incluem dor torácica, tosse persistente, falta de ar, rouquidão e, em alguns casos, dificuldade para engolir. O diagnóstico é realizado por meio de exames de imagem (tomografia, ressonância magnética e PET-CT) e biópsia, permitindo determinar o tipo e a extensão do tumor. O tratamento é definido de forma individualizada e pode envolver cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia. Quando há indicação cirúrgica, o procedimento pode ser realizado por técnicas minimamente invasivas, como videotoracoscopia ou cirurgia robótica, que oferecem melhor visualização da área operada, menor dor pós-operatória e recuperação mais rápida. O acompanhamento é multidisciplinar, com foco em garantir o controle completo da doença, a preservação das funções vitais e a melhor qualidade de vida possível para o paciente.
Nódulo pulmonar
O nódulo pulmonar é uma pequena lesão arredondada identificada no pulmão, geralmente detectada em exames de imagem, como a tomografia computadorizada. Na maioria dos casos, trata-se de uma alteração benigna, mas é fundamental uma avaliação médica criteriosa para descartar causas malignas. Durante a consulta, o cirurgião torácico realiza a análise detalhada do histórico clínico, exames de imagem e, quando necessário, exames complementares, como PET-CT ou biópsia. O objetivo é determinar a origem do nódulo — inflamatória, infecciosa ou tumoral — e definir a melhor conduta para cada caso. O tratamento pode variar entre acompanhamento clínico com controle radiológico e intervenção cirúrgica minimamente invasiva (videotoracoscopia ou cirurgia robótica), conforme o tamanho, aspecto e evolução do nódulo. O foco é garantir um diagnóstico preciso, com segurança e individualização do cuidado, preservando ao máximo a função pulmonar do paciente.
Colelitíase – Cirurgia da Vesícula Biliar
A colelitíase é a presença de cálculos (pedras) na vesícula biliar, órgão responsável por armazenar a bile, substância que auxilia na digestão das gorduras. Esses cálculos podem causar dor abdominal intensa (geralmente no lado direito superior do abdômen), náuseas, vômitos, indigestão e, em casos mais graves, inflamação (colecistite) ou obstrução das vias biliares. O tratamento definitivo é a colecistectomia, ou cirurgia para retirada da vesícula biliar, indicada principalmente quando há sintomas recorrentes ou complicações. O procedimento é realizado, na maioria dos casos, por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva que utiliza pequenas incisões e câmera de alta definição, permitindo menor dor pós-operatória, redução do tempo de internação e recuperação mais rápida. A cirurgia da vesícula é segura e amplamente realizada, devolvendo conforto e qualidade de vida ao paciente, sem prejuízo à digestão na maioria dos casos.
Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)
A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) ocorre quando o conteúdo do estômago retorna de forma anormal para o esôfago, provocando sintomas como azia, queimação no peito, regurgitação, tosse crônica e, em casos mais avançados, dificuldade para engolir ou irritação na garganta.
Gastrite
A gastrite é a inflamação da mucosa que reveste o estômago, podendo ser aguda ou crônica, e causada por diversos fatores, como infecção pela bactéria Helicobacter pylori, uso prolongado de anti-inflamatórios, álcool, tabagismo, estresse ou má alimentação. Os sintomas mais comuns incluem dor ou queimação abdominal, azia, enjoo, inchaço, sensação de estômago cheio e, em casos mais graves, vômitos ou presença de sangue nas fezes. O diagnóstico é realizado por avaliação clínica e endoscopia digestiva alta, exame que permite observar diretamente a mucosa gástrica e, se necessário, coletar material para biópsia. O tratamento depende da causa e pode envolver o uso de medicamentos para reduzir a acidez e regenerar a mucosa, além da erradicação da bactéria H. pylori quando presente. Também são recomendadas mudanças nos hábitos alimentares e de vida, com foco em evitar irritantes gástricos e promover a saúde digestiva.
Cancêr de Estômago
O câncer de estômago, ou adenocarcinoma gástrico, é um tumor maligno que se desenvolve na mucosa que reveste o estômago. Trata-se de uma doença frequentemente silenciosa em seus estágios iniciais, o que torna o diagnóstico precoce essencial para o sucesso do tratamento. Os sintomas podem incluir dor ou desconforto abdominal, perda de apetite, emagrecimento, náuseas, azia persistente, dificuldade para engolir e, em fases mais avançadas, vômitos com sangue ou fezes escuras. O diagnóstico é realizado por endoscopia digestiva alta, com biópsia para análise histológica, além de exames de imagem — como tomografia e PET-CT — para avaliar a extensão da doença. O tratamento é individualizado e definido conforme o estágio do tumor, podendo incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e, em alguns casos, terapias alvo ou imunoterapia. A cirurgia videolaparoscópica e, em casos selecionados, a cirurgia robótica, são opções modernas e eficazes para o tratamento cirúrgico, proporcionando menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e resultados oncológicos seguros. O cuidado é conduzido por uma equipe multidisciplinar, com foco na remoção completa do tumor, preservação da função digestiva e melhoria da qualidade de vida do paciente.
Câncer de Intestino
O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, é um dos tipos de câncer mais comuns e se desenvolve no intestino grosso (cólon e reto). Na maioria dos casos, ele surge a partir de pólipos — pequenas lesões benignas na mucosa intestinal — que, ao longo do tempo, podem se transformar em tumores malignos. Os sintomas podem incluir alterações no hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre persistente), presença de sangue nas fezes, dor ou desconforto abdominal, perda de peso sem causa aparente e anemia. Em estágios iniciais, pode não haver sintomas, o que torna o rastreamento preventivo com colonoscopia fundamental. O diagnóstico é feito por exames de imagem e colonoscopia, com biópsia para confirmação. O tratamento é multidisciplinar, podendo envolver cirurgia, quimioterapia e radioterapia, dependendo do tipo e estágio da doença. Sempre que possível, a cirurgia videolaparoscópica — e, em casos selecionados, a cirurgia robótica — é preferida, por ser minimamente invasiva, proporcionar menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e excelentes resultados oncológicos. O acompanhamento especializado busca garantir o controle da doença, a preservação da função intestinal e a melhor qualidade de vida do paciente.
Síndrome do Intestino Irritável (SII)
A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um distúrbio funcional do trato gastrointestinal que afeta o funcionamento do intestino, provocando alterações no ritmo intestinal e desconforto abdominal, sem a presença de lesões estruturais detectáveis. Os sintomas mais comuns incluem dor ou cólicas abdominais, inchaço, gases, diarreia, prisão de ventre ou uma alternância entre ambos. Os sintomas podem ser desencadeados por fatores como estresse emocional, alimentação inadequada, uso de certos medicamentos e mudanças na rotina. O diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e na exclusão de outras doenças intestinais por meio de exames laboratoriais e de imagem, quando necessário. O tratamento é individualizado e envolve mudanças alimentares, controle do estresse, atividade física regular e, em alguns casos, o uso de medicações específicas para o alívio dos sintomas. O acompanhamento médico contínuo é essencial para o controle da SII, garantindo melhor qualidade de vida, bem-estar intestinal e redução dos episódios de desconforto.
Cirurgia do Aparelho Digestivo
A cirurgia do aparelho digestivo é um ramo da Medicina que estuda, sob o ponto de vista cirúrgico, as doenças que são oriundas dos órgãos responsáveis pela digestão dos alimentos.
Cirurgia Torácica
A Cirurgia Torácica é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças que afetam órgãos do tórax — como pulmões, pleura, mediastino e parede torácica. Pode ser indicada em casos de traumas (acidentes, perfurações, hemorragias), infecções pulmonares graves, nódulos ou tumores. Os procedimentos podem variar desde cirurgias minimamente invasivas até intervenções de maior complexidade, sempre com foco em preservar a função respiratória, aliviar sintomas e garantir a recuperação do paciente com segurança.
Simpatectomia Videolaparoscópica para Tratamento da Hiperidrose (suor excessivo)
A simpatectomia videolaparoscópica é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo indicado para o tratamento da hiperidrose, condição caracterizada pela sudorese excessiva em regiões como as mãos, axilas, rosto e pés. A cirurgia é realizada por videolaparoscopia — técnica que utiliza pequenas incisões e uma câmera de alta definição — permitindo visualizar e tratar diretamente os nervos simpáticos responsáveis pelo estímulo exagerado das glândulas sudoríparas. Trata-se de um procedimento seguro, eficaz e definitivo, indicado para pacientes que não obtiveram melhora com tratamentos clínicos. A recuperação costuma ser rápida, com retorno precoce às atividades habituais e melhora significativa na qualidade de vida.
Câncer no Pulmão
O câncer de pulmão é uma das neoplasias mais comuns e potencialmente graves, exigindo diagnóstico precoce e tratamento especializado. Ele pode se manifestar por sintomas como tosse persistente, falta de ar, dor torácica, perda de peso e, em alguns casos, sem sintomas aparentes, sendo identificado em exames de rotina. A avaliação é feita por meio de exames de imagem (como tomografia computadorizada e PET-CT) e biópsia, que permitem definir o tipo de tumor e o estágio da doença. Com essas informações, o cirurgião torácico elabora o plano terapêutico individualizado, que pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e, em alguns casos, imunoterapia ou terapia alvo. Quando indicada, a cirurgia torácica é realizada preferencialmente por técnicas minimamente invasivas, como videotoracoscopia ou cirurgia robótica, que proporcionam menor dor pós-operatória, melhor recuperação e resultados oncológicos equivalentes às técnicas abertas. O tratamento é conduzido de forma multidisciplinar, priorizando o controle da doença, preservação da função pulmonar e melhoria da qualidade de vida do paciente.
Câncer de Mediastino
O câncer de mediastino compreende os tumores que se desenvolvem na região central do tórax, localizada entre os pulmões, onde se encontram estruturas vitais como o coração, grandes vasos, traqueia e esôfago. Esses tumores podem ser benignos ou malignos, e sua origem varia conforme o tipo de tecido afetado — como tímico, linfático, germinativo ou neurogênico. Os sintomas mais comuns incluem dor torácica, tosse persistente, falta de ar, rouquidão e, em alguns casos, dificuldade para engolir. O diagnóstico é realizado por meio de exames de imagem (tomografia, ressonância magnética e PET-CT) e biópsia, permitindo determinar o tipo e a extensão do tumor. O tratamento é definido de forma individualizada e pode envolver cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia. Quando há indicação cirúrgica, o procedimento pode ser realizado por técnicas minimamente invasivas, como videotoracoscopia ou cirurgia robótica, que oferecem melhor visualização da área operada, menor dor pós-operatória e recuperação mais rápida. O acompanhamento é multidisciplinar, com foco em garantir o controle completo da doença, a preservação das funções vitais e a melhor qualidade de vida possível para o paciente.
Nódulo pulmonar
O nódulo pulmonar é uma pequena lesão arredondada identificada no pulmão, geralmente detectada em exames de imagem, como a tomografia computadorizada. Na maioria dos casos, trata-se de uma alteração benigna, mas é fundamental uma avaliação médica criteriosa para descartar causas malignas. Durante a consulta, o cirurgião torácico realiza a análise detalhada do histórico clínico, exames de imagem e, quando necessário, exames complementares, como PET-CT ou biópsia. O objetivo é determinar a origem do nódulo — inflamatória, infecciosa ou tumoral — e definir a melhor conduta para cada caso. O tratamento pode variar entre acompanhamento clínico com controle radiológico e intervenção cirúrgica minimamente invasiva (videotoracoscopia ou cirurgia robótica), conforme o tamanho, aspecto e evolução do nódulo. O foco é garantir um diagnóstico preciso, com segurança e individualização do cuidado, preservando ao máximo a função pulmonar do paciente.
Colelitíase – Cirurgia da Vesícula Biliar
A colelitíase é a presença de cálculos (pedras) na vesícula biliar, órgão responsável por armazenar a bile, substância que auxilia na digestão das gorduras. Esses cálculos podem causar dor abdominal intensa (geralmente no lado direito superior do abdômen), náuseas, vômitos, indigestão e, em casos mais graves, inflamação (colecistite) ou obstrução das vias biliares. O tratamento definitivo é a colecistectomia, ou cirurgia para retirada da vesícula biliar, indicada principalmente quando há sintomas recorrentes ou complicações. O procedimento é realizado, na maioria dos casos, por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva que utiliza pequenas incisões e câmera de alta definição, permitindo menor dor pós-operatória, redução do tempo de internação e recuperação mais rápida. A cirurgia da vesícula é segura e amplamente realizada, devolvendo conforto e qualidade de vida ao paciente, sem prejuízo à digestão na maioria dos casos.
Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)
A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) ocorre quando o conteúdo do estômago retorna de forma anormal para o esôfago, provocando sintomas como azia, queimação no peito, regurgitação, tosse crônica e, em casos mais avançados, dificuldade para engolir ou irritação na garganta.
Gastrite
A gastrite é a inflamação da mucosa que reveste o estômago, podendo ser aguda ou crônica, e causada por diversos fatores, como infecção pela bactéria Helicobacter pylori, uso prolongado de anti-inflamatórios, álcool, tabagismo, estresse ou má alimentação. Os sintomas mais comuns incluem dor ou queimação abdominal, azia, enjoo, inchaço, sensação de estômago cheio e, em casos mais graves, vômitos ou presença de sangue nas fezes. O diagnóstico é realizado por avaliação clínica e endoscopia digestiva alta, exame que permite observar diretamente a mucosa gástrica e, se necessário, coletar material para biópsia. O tratamento depende da causa e pode envolver o uso de medicamentos para reduzir a acidez e regenerar a mucosa, além da erradicação da bactéria H. pylori quando presente. Também são recomendadas mudanças nos hábitos alimentares e de vida, com foco em evitar irritantes gástricos e promover a saúde digestiva.
Cancêr de Estômago
O câncer de estômago, ou adenocarcinoma gástrico, é um tumor maligno que se desenvolve na mucosa que reveste o estômago. Trata-se de uma doença frequentemente silenciosa em seus estágios iniciais, o que torna o diagnóstico precoce essencial para o sucesso do tratamento. Os sintomas podem incluir dor ou desconforto abdominal, perda de apetite, emagrecimento, náuseas, azia persistente, dificuldade para engolir e, em fases mais avançadas, vômitos com sangue ou fezes escuras. O diagnóstico é realizado por endoscopia digestiva alta, com biópsia para análise histológica, além de exames de imagem — como tomografia e PET-CT — para avaliar a extensão da doença. O tratamento é individualizado e definido conforme o estágio do tumor, podendo incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e, em alguns casos, terapias alvo ou imunoterapia. A cirurgia videolaparoscópica e, em casos selecionados, a cirurgia robótica, são opções modernas e eficazes para o tratamento cirúrgico, proporcionando menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e resultados oncológicos seguros. O cuidado é conduzido por uma equipe multidisciplinar, com foco na remoção completa do tumor, preservação da função digestiva e melhoria da qualidade de vida do paciente.
Câncer de Intestino
O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, é um dos tipos de câncer mais comuns e se desenvolve no intestino grosso (cólon e reto). Na maioria dos casos, ele surge a partir de pólipos — pequenas lesões benignas na mucosa intestinal — que, ao longo do tempo, podem se transformar em tumores malignos. Os sintomas podem incluir alterações no hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre persistente), presença de sangue nas fezes, dor ou desconforto abdominal, perda de peso sem causa aparente e anemia. Em estágios iniciais, pode não haver sintomas, o que torna o rastreamento preventivo com colonoscopia fundamental. O diagnóstico é feito por exames de imagem e colonoscopia, com biópsia para confirmação. O tratamento é multidisciplinar, podendo envolver cirurgia, quimioterapia e radioterapia, dependendo do tipo e estágio da doença. Sempre que possível, a cirurgia videolaparoscópica — e, em casos selecionados, a cirurgia robótica — é preferida, por ser minimamente invasiva, proporcionar menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e excelentes resultados oncológicos. O acompanhamento especializado busca garantir o controle da doença, a preservação da função intestinal e a melhor qualidade de vida do paciente.
Síndrome do Intestino Irritável (SII)
A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um distúrbio funcional do trato gastrointestinal que afeta o funcionamento do intestino, provocando alterações no ritmo intestinal e desconforto abdominal, sem a presença de lesões estruturais detectáveis. Os sintomas mais comuns incluem dor ou cólicas abdominais, inchaço, gases, diarreia, prisão de ventre ou uma alternância entre ambos. Os sintomas podem ser desencadeados por fatores como estresse emocional, alimentação inadequada, uso de certos medicamentos e mudanças na rotina. O diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e na exclusão de outras doenças intestinais por meio de exames laboratoriais e de imagem, quando necessário. O tratamento é individualizado e envolve mudanças alimentares, controle do estresse, atividade física regular e, em alguns casos, o uso de medicações específicas para o alívio dos sintomas. O acompanhamento médico contínuo é essencial para o controle da SII, garantindo melhor qualidade de vida, bem-estar intestinal e redução dos episódios de desconforto.

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